.essas crianças….

Se apaixonar é como ser criança, na maioria das vezes.
De vez em quando, você fica chato e mimado. Você tem vontade de pular na cama de molas do seus pais sem parar, com um sorriso de orelha a orelha, de tanta felicidade que existe aí dentro. Aí você chora sem ter vergonha nenhuma e diz o que tem que dizer sem se sentir encabulado.


O pior de tudo é que você só quer brincar com um brinquedo só, a vida te oferece vários outros, e este pode fazer o mesmo barulhinho, tocar a mesma buzininha e balançar a mão direita como o primeiro, mas você só quer aquele, o mais alto da estante de brinquedos da loja.
Berra lá pra sua mãe, pro seu pai, e se eles não quiserem te dar, você balança a estante, até ele cair em cima de você e aí você vê se tem braços o suficiente pra conseguir abraçar a caixa e sair correndo da loja.

– Ozzim, L.

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.abre aspas.

“Eu não quero um namoro normal. Eu não quero alguém que me complete. Eu quero sim indiferenças, quero alguém que brigue comigo quando fizer algo de errado, quero alguém que dispute comigo o controle remoto, quero alguém pra quem eu possa contar minhas ansiedades, alguém pra confiar tudo. Quero que nos olhem e tentem deduzir se somos namorados ou apenas melhores amigos, e mal saberão, que somos os dois…”